Flechas encantadas
Flechas encantadas
A uns seres abstratos,
não lhes tocam os versos!
Pois dentro deles não existem,
corações quentes e ternos!
Corações raros, que precedem!
Corações quentes são alvos,
de certas flechas encantadas,
envenenadas por versos.
Versos: veneno da emoção!
Que faz estremecer...
Todo o quente coração!
Mágicas flechas que voam.
Montadas por versos!
Riscam um céu de poesia!
Buscando o destino certo...
Só um coração queriam!
Versos-venenos; vão contaminar...
Voando em estrofes, no dorso das flechas.
Veneno impregnado; Encantando o ar!
Flechas encantadas, vivazes e certeiras!
Setas mágicas, que vão espetar!
Atravessam, com dor, o peito...
Encravam-se nos corações...
Espetam-se, na ternura...
Do amor, da carne pura!
Provocam emoções!
Versos querem envenenar...
Voam em flechas, cavalgam os ventos...
Sibilam num coro de rimas...
Buscam os corações atentos...
Nunca deixam de acertar...
Ficou gravado - este momento!
Vão flechas! Em saraivadas incautas...
Invisíveis! Não aos corações ternos...
Que tentam fugir – (acrobatas)!
Pois, que certeiras são elas!
Flechas montadas por versos!
Flechas encantadas e certeiras...
Tem versos nômades e errantes.
Mas, nunca erram seus alvos!
Obrigam, aos olhos distantes...
Avisarem o coração...
Que: -lhes espetaram num instante!
Flechas montadas por versos...
Atingem bem fundo, os corações.
Se pudessem, ficariam submersos.
Ou sorveriam abstrações!
Para não ser o alvo do veneno
Aquele veneno da emoções!
Edi
A uns seres abstratos,
não lhes tocam os versos!
Pois dentro deles não existem,
corações quentes e ternos!
Corações raros, que precedem!
Corações quentes são alvos,
de certas flechas encantadas,
envenenadas por versos.
Versos: veneno da emoção!
Que faz estremecer...
Todo o quente coração!
Mágicas flechas que voam.
Montadas por versos!
Riscam um céu de poesia!
Buscando o destino certo...
Só um coração queriam!
Versos-venenos; vão contaminar...
Voando em estrofes, no dorso das flechas.
Veneno impregnado; Encantando o ar!
Flechas encantadas, vivazes e certeiras!
Setas mágicas, que vão espetar!
Atravessam, com dor, o peito...
Encravam-se nos corações...
Espetam-se, na ternura...
Do amor, da carne pura!
Provocam emoções!
Versos querem envenenar...
Voam em flechas, cavalgam os ventos...
Sibilam num coro de rimas...
Buscam os corações atentos...
Nunca deixam de acertar...
Ficou gravado - este momento!
Vão flechas! Em saraivadas incautas...
Invisíveis! Não aos corações ternos...
Que tentam fugir – (acrobatas)!
Pois, que certeiras são elas!
Flechas montadas por versos!
Flechas encantadas e certeiras...
Tem versos nômades e errantes.
Mas, nunca erram seus alvos!
Obrigam, aos olhos distantes...
Avisarem o coração...
Que: -lhes espetaram num instante!
Flechas montadas por versos...
Atingem bem fundo, os corações.
Se pudessem, ficariam submersos.
Ou sorveriam abstrações!
Para não ser o alvo do veneno
Aquele veneno da emoções!
Edi

