Segredos dos Olhos
Segredos dos Olhos
Se não vistes assim,
em rubro incandescente,
as vivas pétalas de rosas...
Aquelas que em doce seda pintei!
Se contaram (os teus olhos),
em confidência ao teu coração,
O triste marrom que viram,
naquelas murchas pétalas...
Não me contes então, o teu silêncio...
Que são pétalas sem cor!
Não reveles então, tua indiferença...
Nem o teu esquecimento!
Dize-me só, da tua indignação.
Dize-me tudo, enquanto podes.
Sorrindo ou chorando,
com Amor, ódio ou desdém...
Pois, dizendo-me saberei,
quanta tinta e papel,
nas pétalas querias ver...
Pois, dizendo-me saberei a tua verdade!
Edi
Se não vistes assim,
em rubro incandescente,
as vivas pétalas de rosas...
Aquelas que em doce seda pintei!
Se contaram (os teus olhos),
em confidência ao teu coração,
O triste marrom que viram,
naquelas murchas pétalas...
Não me contes então, o teu silêncio...
Que são pétalas sem cor!
Não reveles então, tua indiferença...
Nem o teu esquecimento!
Dize-me só, da tua indignação.
Dize-me tudo, enquanto podes.
Sorrindo ou chorando,
com Amor, ódio ou desdém...
Pois, dizendo-me saberei,
quanta tinta e papel,
nas pétalas querias ver...
Pois, dizendo-me saberei a tua verdade!
Edi

